A ACG organizou a Biblioteca Comunitária “Maria José - Mazé”, que ganhou esse nome em homenagem a uma destacada líder comunitária. O acervo foi formado a partir de doações realizadas pela própria comunidade e contou com alta circulação entre os participantes dos projetos que realizavam consultas e empréstimos.
"Um livro é feito de uma árvore. É uma reunião de partes flexíveis e chatas (ainda chamadas de 'folhas' impressas com tipos pigmentados. Uma vista rápida nelas e ouvireis a voz de outra pessoa, talvez morta há milhares de anos. Através dos anos, o autor fala, clara e sinceramente, dentro de nossa cabeça. A escrita é, talvez, a maior das invenções humanas, A escrita une pessoas, cidadãos de épocas diferentes, que nunca se conheceram (...) Assim, os livros superam os limites do tempo (...) Eles são a prova de que os seres humanos podem fabricar a mágica (...) os seres humanos podem participar de uma construção única, que pertence a todas as gerações (...) ou seja, que unindo nossos pensamentos e ações podemos criar, recriar, transformar." - Cosmos, de Carl Sagan
Por milhares de anos a escrita foi desenhada na argila e na pedra; riscada na cera, na cortiça ou no couro; pintada no bambu, no papiro ou na seda, mas somente uma cópia de cada vez, e era lida por pouquíssias pessoas.
No século II, na China, foram iventadas as primeiras formas primitivas de imprensa, o que permitiu a confecção de várias cópias de um mesmo livro. Eles passaram a ser distribuídos por diversas localidades.
Passaram-se mais de mil anos até que a imprensa chegasse à Europa. Por volta de 1450, não havia mais do que uma centena de milhares de livros em toda a Europa, todos escritos à mão. Com a chegada da imprensa, por volta de 1500, havia mais de 10 milhões de livros impressos.
Desta forma, aprender tornou-se possível para quem soubesse ler. E a magia era difundida.
O livro permite viajar pelo tempo, aprender as ideias e pensamentos de pessoas distantes, com quem nunca nos encontramos, mas que podem nos ajudar a transformar a nossa realidade e daqueles que nos cercam.


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